

Torno visível o que te confunde nas relações, para você parar de duvidar de si.
Um trabalho clínico para mulheres que percebem que algo está disfuncional em suas relações, mas ainda não conseguem nomear com clareza o que está acontecendo.
Para mulheres adultas que continuam funcionando por fora, mas perceberam que alguma coisa dentro delas deixou de funcionar como antes.Mulheres que vivem ou viveram relações disfuncionais ou violentas e passaram a duvidar do que sentem, assumir responsabilidades que não são suas, sentir culpa sem entender por quê ou perder segurança para se posicionar.Mulheres que sabem que alguma coisa está errada, mas ainda não conseguem nomear exatamente o que está acontecendo.
Na terapia, você não precisa chegar sabendo explicar o que está acontecendo. Vamos olhar para os padrões que se repetem, compreender o que está por trás da confusão, diferenciar responsabilidade de culpa e reconstruir uma referência interna mais segura.O objetivo não é dizer o que você deve fazer. É ajudá-la a compreender o suficiente para que possa escolher por si mesma, com mais clareza, segurança e autonomia.
Atendimento individual, online, com frequência e horários definidos em conjunto. O trabalho acontece dentro de um processo terapêutico contínuo, construído de acordo com as suas necessidades clínicas.

Sou Ingrid Barreto, psicóloga clínica e sexóloga.
Há quase 10 anos, acompanho mulheres em processos relacionados a relações disfuncionais, violência, trauma, sexualidade e reconstrução.
Minha atuação é integrativa, reunindo conhecimentos da Terapia Cognitivo Comportamental, Terapia Cognitiva Sexual e Terapia Cristã Integrativa, de acordo com as necessidades de cada processo.
Ao longo da minha trajetória profissional, percebi que muitas mulheres chegam á terapia sabendo que alguma coisa não está bem, mas sem conseguir explicar exatamente o que acontece. Elas continuam funcionando, cumprindo seus papéis e tomando decisões, enquanto por dentro vão perdendo clareza, segurança e confiança na própria percepção.
É nesse lugar que concentro o meu trabalho: tornar compreensível aquilo que ficou confuso, ajudar a nomear padrões, reconstruir referências internas e criar condições para escolhas mais conscientes, seguras e autônomas.
Acredito em uma psicoterapia que acolhe com maturidade, sem julgamento e sem evitar aquilo que precisa ser visto. Um processo que respeita o tempo de cada mulher, mas que a convida a participar ativamente da própria reconstrução.
Quando a fé faz parte da história da mulher e está de acordo com seus objetivos terapêuticos, ela também pode encontrar espaço no processo, de maneira integrada á psicoterapia.
Meu trabalho é caminhar ao lado dela enquanto recupera a voz, a percepção de si e o governo da própria vida.